TEMPEROS E ERVAS
TEMPEROS E ERVAS
Dizem que os temperos, as especiarias e as ervas aromáticas são a alma de um cozinhado. Afinal, eles têm o dom de criar ambientes aromáticos, provocando sensações gustativas que podem determinar o sucesso de um prato. Enquanto as ervas são folhas de plantas, as especiarias podem ser raízes, cascas, rebentos, sementes, frutos ou talos. O melhor é comprar as especiarias em pequenas quantidades e armazená-las em recipientes herméticos, num local frio e escuro. Quando experimentar uma erva aromática ou especiaria que desconhece, comece por usar em pequenas quantidades. Vá afinando as porções à medida que prova o cozinhado. Com a prática, irá certamente fazê-lo com conta, peso e medida. Podemos citar alguns temperos e ervas vendidos em barracas na feira; Açafrão Utilização: Arroz, frutos do mar, frango, pães, saladas, molhos de peixes, Propriedades: antioxidante, antinflamatório, auxiliar no tratamento da prisão de ventre. Alecrim Utilização: Carnes de carneiro, porco, coelho, frango e salsichas, peixes, sopas, guisados, aromatizar azeites e vinagres, bolachas, geleias, saladas de frutas, queijos, massas e molhos. Propriedades: digestivo, antioxidante, estimulante, ativador da circulação sanguínea, antidepressivo e anti-séptico. Alho Utilização: Aves, carnes, molhos em geral, refogados, sopas, recheios, saladas e frutos do mar. Propriedades: antioxidante e digestivo, melhora a circulação sanguínea e purifica o sangue. Canela
Utilização: Bolos, bolachas, pudins, chocolate quente, doces, caldas, compotas, infusões, marinadas, pães, fruta cozida, iogurte Propriedades: digestiva e antioxidante ajuda a prevenir osteoporose, a controlar a pressão sanguínea e a aliviar sintomas da menopausa.
CONCLUSÃO
O processo de transformação de ervas, flores, frutos, raízes, folhas, enfim uma variedade de produtos de origem vegetal, que após preparados, são consumidos, ou in natura ou são utilizados em culinária e tratamentos de saúde. O descobrimento do Brasil se deve em parte a estas especiarias, pois foi buscando rotas alternativas para a Índia, que navegadores portugueses descobriram o Brasil.